Sobre o Nova Fotografia: o programa abre um espaço permanente para exposição de projetos fotográficos de artistas promissores e ainda pouco conhecidos que se distinguem pela qualidade e inovação de seu trabalho, para serem expostos ao longo do ano de 2018, no Museu da Imagem e do Som (MIS) - abertura da exposição prevista para 21/06/18.
Hiperurânio:

Ao nos depararmos com esta narrativa, descobrimos fotografias carregadas de simbolismos. Neste momento, recebemos um convite para entrarmos nesta história e nos indagarmos sobre os significados destas imagens: uma concha com um cigarro, um crucifixo e as inscrições na parede ao lado de uma cadeira, ou, ainda, um desenho de um barco naufragando...para onde nos transportam?
São fotografias que nos pedem presença, olhar para dentro, tencionam sentidos e nos colocam diante de nossa própria existência: como é o nosso estar no mundo, quem somos e o que nos conecta às imagens?
É preciso parar, pausar, tomar um tempo para perceber que André nos chama para viajarmos neste cenário, entre as questões da essência, do tempo e das transformações, apresentando pistas sobre o desafio de confiar existencialmente no que se sente e agir em consequência.
Assim, poderíamos propor que este Hiperurânio é um espaço onde a incerteza se faz verbo, um mundo talvez metafísico, onde o devir da essência possa ser a existência ou, ainda, a coexistência.

Daniela de Moraes - artista e pesquisadora.

► Síntese:

Hiperurânio é uma narrativa visual, originalmente concebida para o suporte do fotolivro. A edição original tem aproximadamente 43 imagens que compõem o corpo central da narrativa, que lida com a essência, o tempo e transformação, tendo como plano de fundo a Teoria das Ideias de Platão, que se funde aos elementos e personagens da narrativa.

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